quinta-feira, 30 de outubro de 2008

...Taedium Vitae...

É bem isso mesmo que o título diz, as vezes as coisas vao as mil maravilhas (aparentemente, ou talvez vao mesmo, vai saber), ja outras vezes parece que acaba tudo, todos. Em um momento vc esta rodeado de amigos, parece existir algum vinculo entre voce e alguem, qualquer pessoa que seja, já em outros momentos parece que vc quer conversar com alguem, ou ao menos saber que existe alguem, e simplesmente nao existe, quando vc se dá conta vc esta sozinho, no meio do nada, no meio de ninguem, completamente alienado, nao existe ninguem com quem conversar, com quem trocar uma palavra qualquer que seja, seja pessoalmente, seja por telefone, email, msn, orkut, da forma que for, simplesmente nao tem. Pode procurar onde for, nao tem ninguem disposto a conversar, todos amigos e amigas desaparecem.
E entao, o que fazer? ficar sentado esperando o tédio devorar a noite toda, até o sol nascer de novo e começar mais um dia

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Racionalidade, salvação ou auto-detruição?

Não é possível compreender o motivo pelo qual a sociedade se processou da maneira como se apresenta hoje, é injusta, é uma inversão do natural.
Você deve estar se perguntando como assim? O que é natural? O natural de qualquer ser vivo é que ocorra um processo seletivo, eliminando os mais fracos e mantendo os mais fortes, essa é a seleção natural, é graças a ela que nos apresentamos desta forma como conhecemos, não só nós, qualquer ser vivo é da maneira como o conhecemos justamente por causa desta seleção. Logo você percebe que o natural é o mais fraco ser eliminado, isso acontece até hoje com os animais que vivem soltos pela natureza.
O estranho é tentar compreender a razão pela qual nós seres humanos, teoricamente os seres mais integilentes, mais evoluídos, racionais, gostamos de ser do contra. Acabamos por valorizar o fraco, e injustiçar o forte (criando uma falsa idéia de igualdade, pensando estar assim equilibrando as coisas), totalmente errado. O fraco não deve causar sensação de piedade, dó, compaixão, entre outros. Acontece uma valorização suprema do anômalo, o doente é visto com bons olhos, o miserável, o fraco, e o que estamos conseguindo com isso? Nivelar nosso padrão (pra baixo é claro), valorizamos o fraco em detrimento do forte, o que ocorreu foi um processo de inversão de valores, os fracos são maioria, então vamos valorizá-los, assim acabou com qualquer chance de progresso. Valorizamos o indivíduo com problemas, físicos ou mentais, fraco, magérrimo, e pra que isso?
Realmente, perdemos muito com esta "pseudo-racionalidade" em decorrência do abandono de nossos "instintos", instintos esses que nos garantiram a sobrevivência e uma melhor adaptação ao meio em que vivemos.